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21 julho 2011
18 julho 2011
Segurança, Liberdade e Realização
A palavra segurança tem dois sentidos e ambos ocorrem simultaneamente na prática. Estar seguro significa estar protegido e preso. O cinto de segurança dos automóveis ilustra bem o conceito. O guarda também protege e prende. Quem está cercado por seguranças, tem pouca liberdade. Por conseguinte, segurança e liberdade são quase antônimos perfeitos.
O nível de um será inversamente proporcional ao do outro. Quanto mais segurança tivermos, menos liberdade teremos, e vice-versa. Um conceito representa o preço que se paga pelo outro.
Regras se prestam à segurança, mas restringem a liberdade. Motocicleta é símbolo de liberdade, mas se caracteriza pela insegurança.
Não é possível que se tenha segurança e liberdade absolutas, muito menos simultâneas.
As transições estão relacionadas à mobilidade e à liberdade, mas trazem insegurança. Por esta causa, as mudanças encontram resistência.
Um emprego oferece alguma segurança acompanhada de muitas regras que limitam a liberdade e os ganhos individuais. O empresário, por sua vez, tem muita liberdade e maiores ganhos, acompanhados por muitos riscos e insegurança.
O casamento oferece segurança em alguns aspectos e reduz a liberdade pessoal dos cônjuges, mas quem opta por conservar a liberdade da vida de solteiro, associada à liberdade sexual, assume os riscos da solidão, das doenças venéreas e do sentimento de incompletude.
Segurança é algo bom e necessário, mas, em excesso, causa inutilidade das coisas e dos seres.
Um pássaro sozinho numa gaiola dentro de casa está bem seguro, mas tem pouca utilidade e nenhuma liberdade.
Quem quiser segurança total, ou a máxima possível, abdicará de sua liberdade, tornando sua vida inútil e desprovida de realizações.
Um carro desligado e trancado numa garagem pode estar bem seguro. Tal condição também garante sua inutilidade durante o mesmo período.
Algumas situações de segurança são necessárias durante o tempo apropriado. Depois, podem configurar comodismo e inutilidade. Exemplos: filhos na casa dos pais e o navio no cais.
A liberdade é boa, mas não devemos ser mais livres do que convém: sem líder, sem limites e sem lei. Muitos clamam legitimamente por liberdade porque estão presos e escravizados; outros o fazem porque desejam ser livres para errar. Assim, abrem mão de sua segurança para o seu próprio dano e o de outras pessoas.
Quem quiser ser totalmente livre assumirá riscos cada vez maiores, variados e frequentes.
VIVER É ARRISCADO
O que fazer? Precisamos de um equilíbrio consciente entre liberdade e segurança, buscando ambos dentro de patamares razoáveis, respeitando a ética, os compromissos, valores e princípios cristãos. A responsabilidade estabelece o equilíbrio.
Acelerador é liberdade. Freio é segurança. Precisamos ter os dois e, principalmente, saber quando e como utilizá-los. Durante a noite, priorizamos a segurança. Durante o dia, a liberdade.
Aqueles que esperam 100% de segurança para darem um passo na vida nunca sairão do lugar. Nunca crescerão por iniciativa própria. Assim, evitam o crescimento profissional, não se casam nem assumem o ministério. Anulam suas vidas.
Viver é arriscado. Precisamos correr riscos, mas não qualquer risco. Buscando um pouco mais de liberdade, abrimos mão de alguns aspectos da segurança. A incerteza que o processo traz pode e precisa ser controlada pelo conhecimento adquirido, que possibilitará o domínio da ação pretendida.
Para nossa segurança, precisamos de portas, mas devemos abri-las, no tempo certo, para vivermos nossa liberdade. Como temos vivido? Fechados para o mundo e para as pessoas à nossa volta? (Jz 18.7). Também não podemos viver abertos a tudo e a todos, receptivos a todas as ofertas e situações que surgem.
SEGUROS NA OBEDIÊNCIA
Queremos que Deus nos proteja, mas desejamos ser totalmente livres, andando por caminhos que nos pareçam bons. Contudo, a proteção divina está condicionada à nossa obediência (Dt 28.58,66; Pv 1.33). A suposta liberdade do rebelde é libertinagem (Gl 5.13; 1Pe 2.16).
Mesmo seguros na obediência, não anulamos nossa liberdade. Aí reside o risco natural da vida. No exercício da nossa vontade, do livre-arbítrio, poderemos sofrer algum dano. Não vamos colocar a culpa em Deus, como muitos fazem. Por que Deus permitiu isso? Deus só não permitiria, se tirasse nossa liberdade.
SEGURANÇA X FÉ
Nosso relacionamento com Deus pode exigir algumas decisões que parecem loucura aos olhos humanos pelo fato de serem contrárias aos padrões mundanos. Aceitar os desafios de Deus para nós pode parecer muito arriscado.
Imagine os riscos que Abraão assumiu quando resolveu sair de Ur dos Caldeus em obediência à ordem de Deus. Ele precisou abrir mão do conforto e da segurança de sua cidade. Isto só foi possível pela fé. O Senhor nos oferece garantias, mas não um caminho isento de percalços.
Podemos comparar o velho rico, Abraão, com o jovem rico mencionado no Novo Testamento (Mt 19.16). Ambos receberam propostas do Senhor que poderiam parecer muito arriscadas. O jovem rico preferiu a aparente segurança das riquezas e ficou preso por elas, perdendo a oportunidade das grandes realizações que teria com Cristo.
A primeira parte da nossa vida, a infância, é o tempo de aprendermos os limites, as regras, submetendo-nos à máxima segurança possível. A idade adulta é tempo de romper alguns limites, com responsabilidade, procurando alcançar e realizar os nossos sonhos e, sobretudo, o propósito para o qual existimos. Saia do cais e ganhe o mar, antes que seja tarde.
::Pr. Anísio Renato de Andrade
Regras se prestam à segurança, mas restringem a liberdade. Motocicleta é símbolo de liberdade, mas se caracteriza pela insegurança.
Não é possível que se tenha segurança e liberdade absolutas, muito menos simultâneas.
As transições estão relacionadas à mobilidade e à liberdade, mas trazem insegurança. Por esta causa, as mudanças encontram resistência.
Um emprego oferece alguma segurança acompanhada de muitas regras que limitam a liberdade e os ganhos individuais. O empresário, por sua vez, tem muita liberdade e maiores ganhos, acompanhados por muitos riscos e insegurança.
O casamento oferece segurança em alguns aspectos e reduz a liberdade pessoal dos cônjuges, mas quem opta por conservar a liberdade da vida de solteiro, associada à liberdade sexual, assume os riscos da solidão, das doenças venéreas e do sentimento de incompletude.
Segurança é algo bom e necessário, mas, em excesso, causa inutilidade das coisas e dos seres.
Um pássaro sozinho numa gaiola dentro de casa está bem seguro, mas tem pouca utilidade e nenhuma liberdade.
Quem quiser segurança total, ou a máxima possível, abdicará de sua liberdade, tornando sua vida inútil e desprovida de realizações.
Um carro desligado e trancado numa garagem pode estar bem seguro. Tal condição também garante sua inutilidade durante o mesmo período.
Algumas situações de segurança são necessárias durante o tempo apropriado. Depois, podem configurar comodismo e inutilidade. Exemplos: filhos na casa dos pais e o navio no cais.
A liberdade é boa, mas não devemos ser mais livres do que convém: sem líder, sem limites e sem lei. Muitos clamam legitimamente por liberdade porque estão presos e escravizados; outros o fazem porque desejam ser livres para errar. Assim, abrem mão de sua segurança para o seu próprio dano e o de outras pessoas.
Quem quiser ser totalmente livre assumirá riscos cada vez maiores, variados e frequentes.
VIVER É ARRISCADO
O que fazer? Precisamos de um equilíbrio consciente entre liberdade e segurança, buscando ambos dentro de patamares razoáveis, respeitando a ética, os compromissos, valores e princípios cristãos. A responsabilidade estabelece o equilíbrio.
Acelerador é liberdade. Freio é segurança. Precisamos ter os dois e, principalmente, saber quando e como utilizá-los. Durante a noite, priorizamos a segurança. Durante o dia, a liberdade.
Aqueles que esperam 100% de segurança para darem um passo na vida nunca sairão do lugar. Nunca crescerão por iniciativa própria. Assim, evitam o crescimento profissional, não se casam nem assumem o ministério. Anulam suas vidas.
Viver é arriscado. Precisamos correr riscos, mas não qualquer risco. Buscando um pouco mais de liberdade, abrimos mão de alguns aspectos da segurança. A incerteza que o processo traz pode e precisa ser controlada pelo conhecimento adquirido, que possibilitará o domínio da ação pretendida.
Para nossa segurança, precisamos de portas, mas devemos abri-las, no tempo certo, para vivermos nossa liberdade. Como temos vivido? Fechados para o mundo e para as pessoas à nossa volta? (Jz 18.7). Também não podemos viver abertos a tudo e a todos, receptivos a todas as ofertas e situações que surgem.
SEGUROS NA OBEDIÊNCIA
Queremos que Deus nos proteja, mas desejamos ser totalmente livres, andando por caminhos que nos pareçam bons. Contudo, a proteção divina está condicionada à nossa obediência (Dt 28.58,66; Pv 1.33). A suposta liberdade do rebelde é libertinagem (Gl 5.13; 1Pe 2.16).
Mesmo seguros na obediência, não anulamos nossa liberdade. Aí reside o risco natural da vida. No exercício da nossa vontade, do livre-arbítrio, poderemos sofrer algum dano. Não vamos colocar a culpa em Deus, como muitos fazem. Por que Deus permitiu isso? Deus só não permitiria, se tirasse nossa liberdade.
SEGURANÇA X FÉ
Nosso relacionamento com Deus pode exigir algumas decisões que parecem loucura aos olhos humanos pelo fato de serem contrárias aos padrões mundanos. Aceitar os desafios de Deus para nós pode parecer muito arriscado.
Imagine os riscos que Abraão assumiu quando resolveu sair de Ur dos Caldeus em obediência à ordem de Deus. Ele precisou abrir mão do conforto e da segurança de sua cidade. Isto só foi possível pela fé. O Senhor nos oferece garantias, mas não um caminho isento de percalços.
Podemos comparar o velho rico, Abraão, com o jovem rico mencionado no Novo Testamento (Mt 19.16). Ambos receberam propostas do Senhor que poderiam parecer muito arriscadas. O jovem rico preferiu a aparente segurança das riquezas e ficou preso por elas, perdendo a oportunidade das grandes realizações que teria com Cristo.
A primeira parte da nossa vida, a infância, é o tempo de aprendermos os limites, as regras, submetendo-nos à máxima segurança possível. A idade adulta é tempo de romper alguns limites, com responsabilidade, procurando alcançar e realizar os nossos sonhos e, sobretudo, o propósito para o qual existimos. Saia do cais e ganhe o mar, antes que seja tarde.
::Pr. Anísio Renato de Andrade
www.anisiorenato.com
Twitter: @anisiorenato
Twitter: @anisiorenato
Colaborador do portal Lagoinha.com
28 junho 2011
CASTING CROWNS SE PREPARA PARA LANÇAR CD APÓS 2 ANOS
Nem bem abaixou a poeira do álbum "Until the whole world hears" e o Casting Crowns já anuncia planos de uma divulgação maciça do novo trabalho da banda – Come to the well (Vem para o bem, em tradução livre).
Com previsão de lançamento para outubro deste ano, simultaneamente nos Estados Unidos e no Brasil, a banda pretende passar um bom tempo na estrada com a turnê que leva o título do novo trabalho feita em parceria com a World Vision, uma organização humanitária que presta assistência a aproximadamente 100 milhões de pessoas em quase 100 países na luta contra a pobreza e a injustiça.
A turnê seguirá os moldes já realizados na divulgação do álbum anterior e terá as participações das bandas Sanctus Real e The Afters, além da novata Lindsay McCaul, a grande aposta da Provident/Sony Music para este ano.
Mas os fãs não vão precisar esperar tanto para conhecer ao menos uma canção do novo álbum Come to the well. Famosos por integrarem trilhas sonoras de filmes cristãos de sucesso como "Desafiando gigantes", "A virada" e "Prova de fogo", o Casting Crwons já emplacou a nova canção na trilha do filme Courageous (Corajosos), dos mesmos produtores dos sucessos já citados.
O single tem o mesmo nome do filme, que estréia nos cinemas no dia 30 de setembro.
E os fãs brasileiros podem respirar aliviados, pois a turnê Come to the well passará pelo Brasil em maio de 2012.
Com previsão de lançamento para outubro deste ano, simultaneamente nos Estados Unidos e no Brasil, a banda pretende passar um bom tempo na estrada com a turnê que leva o título do novo trabalho feita em parceria com a World Vision, uma organização humanitária que presta assistência a aproximadamente 100 milhões de pessoas em quase 100 países na luta contra a pobreza e a injustiça.
A turnê seguirá os moldes já realizados na divulgação do álbum anterior e terá as participações das bandas Sanctus Real e The Afters, além da novata Lindsay McCaul, a grande aposta da Provident/Sony Music para este ano.
Mas os fãs não vão precisar esperar tanto para conhecer ao menos uma canção do novo álbum Come to the well. Famosos por integrarem trilhas sonoras de filmes cristãos de sucesso como "Desafiando gigantes", "A virada" e "Prova de fogo", o Casting Crwons já emplacou a nova canção na trilha do filme Courageous (Corajosos), dos mesmos produtores dos sucessos já citados.
O single tem o mesmo nome do filme, que estréia nos cinemas no dia 30 de setembro.
E os fãs brasileiros podem respirar aliviados, pois a turnê Come to the well passará pelo Brasil em maio de 2012.
17 junho 2011
O QUE O PERDÃO NÃO É - MARK DRISCOLL
http://www.youtube.com/watch?v=8xx2MrzzZ-kendofvid
[starttext]
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02 junho 2011
CAPA QUE ELE CRESÇA - DEIGMA MARQUES (DIVULGAÇÃO)
O novo CD de Deigma Marques, Que Ele Cresça, gravado ao vivo em Curitiba, está na fase final de produção e mixagem.
Divulgada recentemente, a capa com design moderno, que foi produzida por Josuel Ribeiro, gera ainda mais expectativa quanto ao lançamento do trabalho, que está previsto para Julho.
O CD tem participação especial de Eber Rodrigues, Hernane Santos e Heloisa Rosa.
Para mais informações, deigmamarques.com.br |deigmamarques.blogspot.com
17 fevereiro 2011
CÉSAR MEOTTI FALA SOBRE FÉ
Olá, pessoal!
O post de hoje foi enviado pelo cantor sertanejo César Menotti, da dupla César Menotti e Fabiano! Fiquei muito feliz com a participação dele no blog. É um grande artista!
“Olá queridos! O Dudu me pediu que escrevesse algo pro seu blog. Farei isso com muito prazer! Bom, vamos direto ao assunto:
Muitas vezes falamos e ouvimos falar em fé, mas vamos analisá-la do ponto de vista do seu Autor. A bíblia nos diz: ‘Sem fé é impossível agradar a Deus’ (Hb 11:6). Também diz: ‘A fé vem pelo ouvir a palavra de Deus’ (Rom 10:17). Pronto, esse é ponto de partida, se precisamos de fé para agradar a Deus e se a fé vem pelo ouvir da sua palavra, devemos ouvir e ler a palavra de Deus, pra que ela produza em nós aquela fé que remove montanhas.
Não sei qual é a montanha que está em sua vida: talvez sejam problemas financeiros, sentimentais… mas com certeza, nada nos abala tanto do que quando esta montanha é uma enfermidade. Então, vamos ler um trecho da Palavra pra que possamos aumentar a nossa fé.
Tem um texto bíblico que nos explica exatamente isso: ‘A fé é a certeza das coisas que se esperam, e a convicção de fatos que não se vêem’ (Hb 11:1).
Deus em toda sua palavra nunca nos disse que não teríamos lutas, mas disse que teríamos vitória! ‘Sois mais que vencedores em Cristo’ (Rm 8:37). Uma coisa que me motiva e não me deixa desanimar é que o tamanho da luta sempre determina o tamanho da vitória, e tenha certeza, VOCÊ SERÁ VITORIOSO!
Bom, vou parando por aqui pra não me estender muito. Quem sabe combino com o Dudu e em outra ocasião escrevo mais pra vocês?! Antes de finalizar, quero dizer uma coisa: Não desanime nunca, não pare de lutar, tenho certeza que sua vitória vai chegar. Eu abençôo sua vida em Nome de Jesus! Saúde e Paz!
César Menotti”
Abraços,
Dudu
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27 julho 2010
EXPLICAÇÃO DA PARÁBOLA DA CANDEIA
Marcos 4 - Quando Jesus começou a ensinar através de parabolas Ele primeiro as explicou.
O ponto mais forte é quando ele fala: "Quem tem ouvidos para ouvir, ouça", (4:9) esse era o ensinamento fundamental.
Quando Ele falou: "Os outros, semeados entre espinhos, são os que ouvem a palavra, mas o cuidado do mundo, a facinação da riqueza e as demais ambições, concorrendo, sufocam a palavra, ficando ela infrutifera", nesse trechos podemos ver, o que são as demais ambições? Isso tudo é quando ficamos preso à nossa cama, em nosso descanso.
Logo após isso Ele fala da parabola da candeia. Nela Ele mostra que o Pai criou muitas coisas para nós, (Mc 4:22), mas nós que não conseguimos enxergar o que Ele nos deu. Essa é a verdade, Ele já nos deu, falta uma atitude nossa para recebermos.
"Porventura, a candeia (luz) veio para ser posta debaixo do alqueire ou da cama? Não vem, antes para ser colocada no velador?" Isso significa que temos que ter luz, e essa luz nos guiará. Com a luz podemos ver muito do que está a nossa frente, isto é, aquilo que Deus conquistou para nós, como, saúde, prosperidade, paz... Mas na verdade o que é luz? No salmo 119:105, (um dos verciculos que primeiro aprendi, sempre gostei dele, mas nunca tinha entendido), é "Lampada para os meus pés é a Tua palavra, e luz para meus caminhos", tremendo isso não é?
Nesse trecho Ele torna a repetir, "Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça", (Mc 4:23).
A partir dai temos que ter luz, para podermos ver o que Ele já nos deu, senão não poderemos enxergar nada, mesmo que esteje em nossa frente.
Agora no verso 25 começa a ficar pesado, pois Ele fala: "Pois ao que tem (Luz), se lhe dará; e, ao que não tem (Luz), até o que tem lhe será tirado", Amor agora veja, tirado o quê? Tudo, saúde, prosperidade, paz, longaminidade, benignidade, e assim vai.
Por isso que tem muita gente que a cada dia se torna mais miserável, sua saúde anda na pior, as finanças, e não sabe o que está acontecendo.
Temos que alimentar da palavra.
Mas a palavra é isso, se nossa luz fica por baixo das nossas comodidades, deixando nossos desejos primeiro (Cama), fazendo nossa própria vontade, nunca conseguiremos ver o que tem além para nós. Por isso que a candeia tem que vir em cima, para iluminar.
Em 1 João 1:7 diz: "Se porém andarmos na luz como Ele está, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus nos purifica de todo pecado" - Termine de ler esse texto que vc vai entender o que eu quero dizer sobre amor. Porque sempre nos frustamos quando começamos a ver o amor que a igreja primitiva tinha e não conseguimos ter isso hoje, somos egoistas.
O amor que existe na Biblia é utópico para nós, porque não conseguimos vive-lo.
Um pessoa sempre busca um amor. Primeiro nos pais, quando não recebe o que quer, procura em amigos, não encontrando procura em paixões, (Isso é inconciente, mas todos são assim, não percebemos, mas somos). Ai essa pessoa se converte, buscando encontrar isso. Mas ela não encontra, porque a religião não é capaz de demostrar isso. Assim sempre nos frustamos em relação às coisas de Deus que nunca conseguimos, e que lemos na palavra, mas nunca se cumpre em nossas vidas.
O vazio que há em nós só é capaz de ser preenchido por Deus, sempre buscamos em outras coisas, mas não há como. Somos completos quando voltamos às origens, ou seja, quando deixamos todas as coisas para termos comunhão com Deus, esse foi o propósito da criação.
Mardhell Garcia
Mardhell Garcia
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